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sexta-feira, 9 de março de 2012

Novo documentário sobre Bullying recebe classificação para maiores de 17 anos. Ellen DeGeneres protesta.



Um novo documentário sobre bullying nas escolas será lançado no dia 30 deste mês nos Estados Unidos. O único problema é que o governo classificou o filme como impróprio para menores de 17 anos.

O documentário retrata a vida de jovens que, por não corresponderem às regras da sociedade ou que por algum motivo não se enquadram nos grupos sociais, sofrem ataques e agressões nas escolas. 

No trailer do documentário, é possível ver um jovem sendo atacado por outros estudantes em uma escola pelo fato de ele ser considerado um ¨nerd¨ e também é possível ver pais em frente ao túmulo de um filho depois que ele cometeu suicídio em consequência do bullying. 

Vários protestos contra a medida que classifica o documentário para maiores de 17 anos estão acontecendo nos Estados Unidos. A apresentadora Ellen DeGeneres, disse que não faz sentido um filme direcionado para jovens ser classificado para maiores de 17 anos: 

- No mês passado eu tive a oportunidade de assistir um novo documentário que vai estrear, entitulado ¨Bully¨. É um filme importante que todos devem assistir, especialmente as crianças. O problema é que eles estão classificando o filme para maiores de 17 anos. Existe uma linguagem no filme. É madura, mas não é sem fundamento porque é parte de uma história real de bullying e é uma linguagem real usada por pessoas que praticam o bullying, mas tendo essa classificação, fica difícil para qualquer jovem menor de 17 anos assistir. 

Ellen usou um momento do seu programa de TV para emitir a sua opinião, e continuou: 

- Depois de assistir, eu posso dizer que as lições que as crianças aprendem com este filme são mais importantes que qualquer palavra que eles possam ouvir, e são palavras que elas já conhecem de qualquer forma. Este filme não vai poder ser passado nas escolas, e é exatamente lá este filme precisa ser assistido. Então eu acho que esse filme deveria ser classificado para maiores de 13 anos. 

Uma jovem, vítima de bullying na sua escola, iniciou uma campanha online para mudar a classificação do filme de 17 para 13 anos, e já conseguiu mais de 200 mil assinaturas. Ellen disse que já assinou e pediu para que outros também assinem.

Assista aqui o trailer de ¨Bully¨:

Metade dos adolescentes filhos de mães lésbicas sofre preconceito, a maioria na escola, aponta estudo americano.



Cinqüenta por cento dos jovens de 17 anos de idade que cresceram em famílias chefiadas por lésbicas nos Estados Unidos já passaram por estigma e momentos de preconceito e bullying, porém souberam lidar com essa situação, é o que afirma um novo estudo publicado por mas foram capazes de lidar, de acordo com um novo feito por uma entidade que trata de assuntos da juventude, na Califórnia, Estados Unidos. 


Uma parte fundamental do estudo revela que a média global de famílias lideradas por mães lésbicas que sofrem chacotas e ataques de preconceito não difere da média encontrada em famílias heterossexuais, o que é consistente nos estudos anteriores nesta área.

Os resultados ainda revelaram que os estudantes adolescentes eram na maioria das vezes, a fonte de comentários negativos, vítimas de provocação, ou ridicularização. Trinta por cento dos incidentes relatados ocorreram no ensino fundamental e 39 por cento ocorreram no ensino médio.

¨As descobertas sugerem que os sistemas educativos podem desempenhar um papel importante na prevenção de incidentes e estigmatização da homofobia com projetos anti-bullying¨, disse o autor do estudo, Loes van Gelderen, da Universidade de Amesterdã.

Além disso, quase dois terços dos adolescentes estudados sabem como lidar com essas situações de constrangimento, com habilidades de enfrentamento. A maioria dos adolescentes tentou se confortar, enquanto outros confrontaram os autores dos ataques para que ficasse claro que as provocações eram inaceitáveis. Alguns optam por estar com os amigos que apóiam sua situação familiar ou procuram ajuda social e contam o que acontece em suas vidas. Outros adolescentes, no entanto, usam as habilidades de enfrentamento que eram menos eficazes, como a tentativa de evitar o confronto. Por exemplo, um adolescente disse: "Eu logo aprendi a ficar de boca fechada e usar o termo ¨parents¨ (que significa pais em inglês, mas não define se são um pai e uma mãe, dois pais ou duas mães) ao invés de dizer mães.¨

No estudo, "A estigmatização associada a crescer em uma família de mães lésbicas: O que passam esses adolescentes e como eles lidam com isso?", adolescentes foram questionados sobre se tinham ou não sido tratados injustamente por causa de ter uma mãe lésbica. Os adolescentes que disseram que sim, tiveram que descrever duas ou três dessas experiências, especificando o que aconteceu, como se sentiram, o que eles disseram ou fizeram, e o que foi dito sobre eles.

Os 78 adolescentes foram retirados de famílias que estão participando do Estudo Longitudinal Nacional da Família Lésbica (NLLFS), o maior projeto de estudo sobre sobre mães lésbicas e seus filhos nos Estados Unidos. Iniciado por Nanette Gartrell, em 1986, o NLLFS examina o desenvolvimento social, psicológico e emocional das crianças, bem como as dinâmicas de famílias lésbicas planejadas.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Mais um: Revista americana sugere que ator Will Smith vive um romance gay secreto, agora com um ator


A edição da revista Star magazine do dia 19 de março vai apresentar uma capa sugerindo que Will Smith tem um relacionamento gay secreto com o ator Duane Martin, e que esse seria o motivo de seu divórcio com Jada Smith. Não é a primeira vez, porém, que existem rumores a respeito da sexualidade de Will Smith e Duane Martin, mas será que dessa vez a revista vai mostrar uma prova que autentica esses rumores? No ano passado, rumores de um relacionamento gay entre Will Smith e o rapper Trey Songz e que o casamento de Will e Jada não passava de uma fachada. Por outro lado, também houveram rumores de que Jada estaria tendo um caso com o cantor Marc Anthony durante seu casamento com Will.

Agora, uma nova publicação sugere que o motivo da separação seria por causa de um ¨bromance¨ (algo como amor de amigos, em tradução livre) entre Will e o ator Duane Martin. Segundo uma fonte da revista, Will passa mais tempo com Duane do que com a esposa e os filhos, e conforme o tempo passa, Jade estaria ficando cada vez mais chateada com isso.

Ainda segundo a publicação, Will e Duane estão cada vez mais inseparáveis. Só nos último quatro meses, eles foram vistos juntos em vários restaurantes e, inclusive, em um cruzeiro privado para Trinidade, na Venezuela, além de exposições de arte em Miami e passeios em Las Vegas.

Uma outra fonte da publicação, que viu os dois em um restaurante de Trinidade, disse que os dois pareciam muito íntimos, e que entraram e saíram juntos do local.

Duane, que é casado e tem dois filhos, interpretou o papel principal na comédia que Will foi produtor executivo, All of Us. Ele já enfrentou outros rumores sobre sua sexualidade no passado, mas negou todas as especulações. Independente de tudo isso ser verdade ou mentira, a amizade entre os dois parece estar causando um problema na família do ator da série Homens de Preto e Will já se mudou para um outro apartamento, sem a família.

A fonte diz ainda que Jada não está aguentando mais a relação de Will e Duane. Ela não acha certo Will viver saindo com Duane e levando-o para viagens exóticas enquanto ela fica em casa sem ir para lugar nenhum.

Fofoca do mundo de Hollywood. Essa história ainda vai dar muito o que falar.

Festival de Tribeca tem filme sobre gay israelense


“Yossi”, o novo filme de Eytan Fox


Filmes sobre a situação das mulheres na Índia e sobre um homossexual em Israel abrirão as competições do próximo Festival de Cinema de Tribeca, que também colocará na tela astros como James Franco, Abbie Cornish e Kate Bosworth.

Noventa longa-metragens do mundo todo serão exibidos no Tribeca. Esse festival, um dos maiores dos EUA, destaca os filmes independentes. O festival foi fundado em 2002 por Jane Rosenthal, Robert De Niro e Craig Hatkoff em homenagem às vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001 ao World Trade Center e à perda de vidas no bairro de TriBeCa, em Manhattan.

A programação completa deste ano foi divulgada na terça-feira. “Yossi” (continuação do popular “Yossi e Jagger”), dirigido por Eytan Fox, sobre um gay enrustido que vive em Tel Aviv, abre a competição de ficções; "The World Before Her", que mostra as mulheres indianas em situações como o concurso nacional de misses e um acampamento fundamentalista hindu para meninas, abre a programação de documentários.

São 12 filmes na competição de ficção, dos quais metade desses é produção internacional, incluindo "The Girl", produção americano-mexicana em que Cornish vive uma mãe solteira que ajuda a contrabandear imigrantes na fronteira.

O experimental "Francophrenia (or Don't Kill Me, I Know Where the Baby Is)" mostra as investidas de Franco - ator indicado ao Oscar - contra a telenovela "General Hospital", num retrato das paranoias de uma celebridade. Passou neste ano no Festival de Roterdã, e é codirigido por Franco e Ian Olds.

Sobre “Yossi”

"Yossi" (ainda sem título em português) segue a vida de seu personagem homônimo, 10 anos após a morte de Jagger no Líbano. Yossi é agora um cardiologista bem sucedido, mas ele não se recuperou totalmente da morte traumática de seu amante. Uma reunião planejada com a mãe de Jagger obriga-o a tomar um novo olhar sobre sua vida, e a confrontar-se com seus medos e segredos.

O festival nova-iorquino vai de 18 a 29 de abril.